[...] Mas...

Já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. 
Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. 
Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. 
Mas por outro lado, posso te fazer feliz também
É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.

Porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. 
E a segunda opção ninguém mais tem...

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