Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”,


Um amor pra vida da gente aparece.
 
Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. 
Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. 


É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. 
Começa, aos poucos, a admirá-lo. 
(E começa a escrever textos no Blog 
para que ele entenda uma coisa: 
dessa vez, meu casso, é DIFERENTE).

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