E quando ele passou por mim, assim meio que de supetão...


Disfarçei por sobre o ombro, o disparo em meu coração...
Foi algo de súbito, repentino e ao mesmo tempo avassalador...
Eu precisava conhece-lo, estar com ele, pertencer à ele...
Aproximei-me pouco à pouco, enfim tornamos-nos bons amigos...
Desses que sentam sobre o luar e contam aquelas histórias 
do passado, aquelas que fazem rir, chorar, reviver...
E foi assim, numa tarde dessas qualquer que inesperadamente, 
ele pegou-me pela cintura e me fez sentir um turbilhão de sensações...
E quando abri novamente os olhos e o contemplei, 
aquele olhar parecia desconsertar-me...
Mas de uma forma intensa, especial, não como das outras vezes, 
desta vez era real, desta ele era real...

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