Um Olhar? O seu! ...

Eles não estavam trocando juras de amor, não andavam de mãos dadas, nem se chamavam por nomes infantis. Não tinha pieguice romântica ali. Mas foi a cena mais doce que eu vi: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. 


Eu notei que eles eram algo além de amigos, que se desejavam 
e se protegiam, e foi só pela cumplicidade dos olhos.



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